Cão permanece ao lado da sepultura da dona, após tragédia em Teresópolis, RJ
Em meio às centenas de imagens desoladoras sobre a tragédia nas cidades da região serrana do Rio de Janeiro, parcialmente destruídas por deslizamentos de terra nas encostas das montanhas, uma em especial chama a atenção. Um cão permaneceu ao lado da sepultura de sua dona, Cristina Maria Cesario Santana, que morreu em consequência da catástrofe que atingiu Teresópolis.
Caramelo vivia com Cristina e mais três pessoas. Todas morreram, mas o cão se salvou e ajudou os membros do resgate a localizarem os corpos. Segundo o relato de membros da ONG Estimação, que passaram a cuidar do animal, o cão “está muito carente e pula no colo de qualquer pessoa que se aproxime”.
fonte: http://colunas.globorural.globo.com/planetabicho/2011/01/17/cao-permanece-ao-lado-da-sepultura-da-dona-apos-tragedia-em-teresopolis-rj/
Depois de ter lido essa reportagem, comecei a pensar melhor na situação do RJ e cheguei a algumas conclusões particulares, tipo o que você tem feito da sua vida? À que você tem dado valor?
De fato, tragédias estão acontecendo em vários lugares do mundo, e mesmo assim a sua vida continua... milhares morreram no RJ, mas seu patrão não te deixará de folga por conta disso, mas, você se importou por alguma fração de segundos com o que aconteceu?
é realmente muito fácil dizer que seus problemas são enormes, porque seu ego é enorme, mas pare pra pensar um pouco, é desesperador não saber onde está seus familiares, se estão vivos ou mortos, é desesperador estar vivo e ter perdido a família inteira, ter perdido tudo o que tinha, recomeçar do zero e sozinho no mundo, ISSO é desesperador, não o fato de você estar sem namorado, ou de não poder sair de casa de noite.
Muitos acreditam nessa história de que em 2012 o mundo irá acabar, mas veja bem, pra essas pessoas da regiao serrana do Rio, o mundo já acabou, a esperança foi embora junto com os barrancos que interraram milhares de casas, junto com a água que lavou e LEVOU tudo, inclusive muitas vidas.
O que mais me surpreende é que muitos vão falar, escrever textos como esse, mas da boca pra fora, vão se sensibilizar, mas em 5 minutos esquecerão o que aconteceu, não que isso seja errado, foi como eu disse no começo, embora seja uma situação onde todos deveriam ajudar, sua vida não para, o problema é que ninguém faz nada pra mudar a situação.
Vão gastar dinheiro ligando pro BBB, guardar as roupas que não usam mais por ter 'ciumes' das suas coisas, ou apenas dizer que pena, ao invés de fazer uma pequena doação, fazer sequer uma oração.
Você não precisa mudar o mundo, mas pelo menos querer mudá-lo deveria ser obrigação de todos, ajudar não significa doar um milhão de reais pro socorro, mas torcer pra que essas pessoas não desistam, que ainda haja coragem dentro delas, que elas cosigam se recuperar, isso não custa nada e faz muita diferença. Acreditar faz do impossível algo realizável.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Palmas!

Oi, meu nome é Felipe, mas todos me chamam de Chiquinho, dizem que eu sou parecido com um cara assim mas eu nunca o vi...
Estudo nessa escola desde a quinta série, conheço todos e não tenho nenhum amigo. Sou muito reservado.
Eu sento no meio da sala, encostado na parede, tenho a sensação de que vejo tudo e ninguém me vê... E hoje, na nossa formatura, surpreendentemente eu, o mais tímido, fui escolhido para ser o orador da turma.
O que é ótimo, pois posso dizer tudo o que eu pude observar em todos esses anos, e acreditem, observei demais, com vocês, caros colegas, aprendi que o ser humano pode ser extremamente selvagem, nada perto de ser um animal domesticado. Traiçoeiro, interesseiros, cínicos.
Vejo amigas, que se abraçam e se estapeiam, ou que pelas costas falam mal uma das outras, sem falar das piadinhas internas que são ditas na frente das vítimas e elas gargalham apenas para ostentar e sair bem na foto, afinal, é necessário ser legal para ter amigos.
Acho que foi por isso que eu nunca quis ser amigo de ninguém, assim pelo menos eu não sofro esse tipo de falsidade. Vão falar mal de mim, como inúmeras vezes falaram e vão usar meu nome como um novo adjetivo, nem que seja pra definir estranho ou excluído, porém eu não vou fingir simpatia pra ninguém como metade da sala faz.
Sem falar nos namorados, ah os namorados! Vejo traições na cara deles, e eles nem ligam. Namorado que fica com a melhor amiga da namorada, marcam encontros e fingem não se dar bem pra não dar na cara... canalhas.
Engraçado que enquanto eu escrevo esse depoimento, eu já posso ver as brigas e os olhares feios, os cutucões e as gargantas apertadas, afinal, cada um sabe bem de quem eu estou falando.
Mariana só conversa com a Cláudia porque a Cláudia é pop, a Cláudia por sua vez só sentou perto da Amália, porque ela é aluna nova e todos os meninos ficam em cima dela, mas o que ninguém notou é que ela já está de caso com o Luis, sim, o namorado da Marcela.
Ainda bem que nos formamos caros colegas, saímos desse antro de hipocrisia e falsidade.
Que venha a faculdade e a verdade pra todos nós... Acabamos galera!
Estudo nessa escola desde a quinta série, conheço todos e não tenho nenhum amigo. Sou muito reservado.
Eu sento no meio da sala, encostado na parede, tenho a sensação de que vejo tudo e ninguém me vê... E hoje, na nossa formatura, surpreendentemente eu, o mais tímido, fui escolhido para ser o orador da turma.
O que é ótimo, pois posso dizer tudo o que eu pude observar em todos esses anos, e acreditem, observei demais, com vocês, caros colegas, aprendi que o ser humano pode ser extremamente selvagem, nada perto de ser um animal domesticado. Traiçoeiro, interesseiros, cínicos.
Vejo amigas, que se abraçam e se estapeiam, ou que pelas costas falam mal uma das outras, sem falar das piadinhas internas que são ditas na frente das vítimas e elas gargalham apenas para ostentar e sair bem na foto, afinal, é necessário ser legal para ter amigos.
Acho que foi por isso que eu nunca quis ser amigo de ninguém, assim pelo menos eu não sofro esse tipo de falsidade. Vão falar mal de mim, como inúmeras vezes falaram e vão usar meu nome como um novo adjetivo, nem que seja pra definir estranho ou excluído, porém eu não vou fingir simpatia pra ninguém como metade da sala faz.
Sem falar nos namorados, ah os namorados! Vejo traições na cara deles, e eles nem ligam. Namorado que fica com a melhor amiga da namorada, marcam encontros e fingem não se dar bem pra não dar na cara... canalhas.
Engraçado que enquanto eu escrevo esse depoimento, eu já posso ver as brigas e os olhares feios, os cutucões e as gargantas apertadas, afinal, cada um sabe bem de quem eu estou falando.
Mariana só conversa com a Cláudia porque a Cláudia é pop, a Cláudia por sua vez só sentou perto da Amália, porque ela é aluna nova e todos os meninos ficam em cima dela, mas o que ninguém notou é que ela já está de caso com o Luis, sim, o namorado da Marcela.
Ainda bem que nos formamos caros colegas, saímos desse antro de hipocrisia e falsidade.
Que venha a faculdade e a verdade pra todos nós... Acabamos galera!
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
NEOQAV

pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí...
Era esse o único som que se ouvira nas últimas 24 horas.
Uma tragédia! Era só isso que todos diziam...
Uma tragédia! Era só isso que todos diziam...
Willian, pela primeira vez em quase um ano, desce de todo o seu orgulho e pega na mão de Ághata, parecia estar morta, se não fosse pelo fato de estar quente.
Talvez ele estivesse alí, mais por remorso que por amor, mas sabia que se ela partisse, algo partiria junto dela.
Ela fora a única garota que conseguira descobrir algo de bom dentro daquele rapaz de sorriso bonito, mas de hábitos reservados. Ele nunca prezou por lugares lotados e nem por longas conversas, que dirá laços emocionais, mas em relação a Ágatha era diferente, eles eram capazes de ficar por horas falando sobre tudo o que tinham em comum.
Porém, Ágatha e Willian deixaram esse contato de lado, a partir do momento que ela cometeu o terrível erro de se apaixonar pelo garoto frio, inexpressível.
E Ágatha nunca fez questão de esconder, ou esquecer o sentimento que nascia, crescia e tomava conta de si. No fundo ela sabia que ele não queria nada com ela, mas uma esperança nunca deixou que o sentimento morresse, talvez ela soubesse, sentia, que algo aconteceria para reuní-los.
Exatamente após um ano que essa paixão decidiu vir à tona, a pobre garota, que voltava pra casa imaginando o que dizer em mais um texto de 5 páginas que enviaria à ele, se encontra com seu destino, que senão pelo amor, decidiu uní-los pela dor.
Um poste explode depois que alguns garotos decidem brincar com sua lâmpada, no momento em que passava por baixo dele, a desacordando e deixando seu corpo em chamas.
Mais de 50% do corpo, e pior, do rosto foram queimados, e para evitar o sofrimento da garota, os médicos decidiram colocá-la em coma induzido. Ágatha vegetava em busca de alguma salvação.
No momento em que soube da notícia, Elena, mãe de Willian, fez questão de contar ao filho o infortúnio pelo qual a doce menina havia passado.
Willian, depois de muito tempo, sentiu seu chão se abrindo e sem mencionar uma palavra sequer, saiu pela porta da sala, transtornado.
Caminhando pela praia na beira do mar, sentindo o mar resfrescando seus pés, imaginava as queimaduras pelo corpo de Ágatha, a única que o amava. Pensava em suas atitudes infantis, em seus textos, em como seu sorriso bobo era lindo, em como seu gosto musical atrapalhado era refinado ao mesmo tempo, em como era graciosa até mesmo nos momentos em que de desiquilibrava (com um chinelo) e em como seu beijo conseguia ser o melhor de todos. Sentiu a sensação que ela sentiu a vida toda, sentiu o amor.
De fato Willian nunca havia se imaginado sem Àgatha, qualquer evento que poderia chamar sua atenção, Àgatha estaria perguntando se Willian iria, pois seu ingresso já estava comprado e mesmo que de uns tempos pra cá o contato se esfriasse, Ágatha não escondia seu nervosismo ao ver Willian e nem deixava de ser figurinha carimbada nos visitantes recentos dos perfis na internet dele.
Ele decidiu que não a deixaria, e que se por um acaso ela estivesse tentando viver sem ele, não permitiria que ela conseguisse, dessa vez faria valer a pena tudo o que a menina passou.
Partiu ao hospital e dormiu com sua mão na dela. O medo de perder fez com que o amor que ele sempre sentiu despertasse de maneira forte...
Ao lado dela, desacordada, ele cantava músicas que eram deles, contava histórias, dizia que a amava, atualizava seus sites de relacionamento, até fazia piadas. Pra ele, ela respondia só com fato de respirar.
Mas depois de algumas semanas, Ágatha não resistiu.
Willian não chorou. Era tarde demais.
Foi ás cerimônias e, mesmo que estivessem geladas, não soltava as mãos da amada.
Ao chegar em casa, ele se dá conta de que passara quase um mês sem contato com ninguém, pega o celular sem bateria, e, numa tentativa de voltar a vida normal, o coloca para carregar.
Ele toca, era uma mensagem atrasada, mais precisamente, três semanas atrasada que dizia:
"Se ouvir as batidas do meu coração, saiba que é por você e se um dia ele parar de bater, lembre-se um dia ele baeu só por você.
faz um ano que te amo.
NEOQAV. Àgatha."
E, finalmente, ele chorou por ela, mas era tarde.
Obs: NEOQAV: Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você.
domingo, 24 de outubro de 2010
atemporais.
Sinto-me só, nesse planeta.
Percebi isso, apenas quando eu preferia passar 24h do meu dia trabalhando, do que indo para a aula, ou ficando em casa. E mais ainda, percebi isso porque eu decidi ligar o piloto automático (aquele que tem vivido a minha vida por mim) enquanto eu estou com aquelas pessoas que eu me engano, dizendo que são a minha galera.
No fundo eu sinto falta daqueles amigos que cabem em uma mão só, que eu tenho vontade de poder abraçar diariamente. Eu sinto que ainda não encontrei pessoas pra chamar de amigo... eu converso com muita gente, mas nenhuma conversa consegue se aprofundar como conseguiria se fosse com as minhas irmãs de coração.
Me lembro dos cigarros, das cervejas, das doses de saquê, das caixas de pizzas esparramadas pelos colchões na sala, e nós, sentadas na varanda conversando sobre mil e uma coisas, a ponto da vizinhança nos pedir para falarmos mais baixo.
Eu era feliz e não sabia.
Trocaria qualquer coisa por mais uma noite como aquela, onde eu podia dizer o que eu queria, ela entenderiam, apoiariam e secariam as minhas lágrimas... como diversas vezes já aconteceu, em meio a broncas e conselhos.
Eu sinto falta de me importar de verdade com alguém, de querer bem de verdade alguém e de saber que alguém se importa e me quer bem também, porque amizade é isso, e eu não tenho mais por aqui.
Já não sinto mais aquele abraço verdadeiro, aquelas risadas de doer a barriga, aquelas confidências, aquilo tudo está guardado em uma caixinha, que eu tenho medo de reabrir e machucar, mas que mesmo assim eu enfrento a dor, reabro, revivo, me mutilo, me machuco... mas assim, eu me realizo, choro de saudade e de felicidade porque tudo aconteceu e ao mesmo tempo (com a bipolaridade que me é peculiar) eu choro de tristeza, porque aquele não é mais meu universo, agora vivo em um universo solitário, um planeta onde alguns viajantes ás vezes fazem uma escala aqui e alí, mas nunca residem, nunca me fazem compania.
Seguirei por aí, viajante sozinho, de planeta em planeta, em busca de alguém, pra compartilhar aquele velho universo, mas no fundo no fundo, morro de vontade de voltar pro planeta de origem.
Mas, mesmo assim, só tenho a agradecer aos meus amigos, que mesmo com a distância, nunca me deixaram me perder no buraco negro do esquecimento... e quero acima de tudo, que saibam que eu nunca esqueci o caminho de volta... e um dia amigos, eu volto.
câmbio, desligo.
"e três amigas se abraçavam de se transbordar"
Dedicado a:
@amandinhafsz e @nobregatamara
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Nostalgia.

De uns tempos pra cá eu tenho tido uns sentimentos de nostalgia, um dia nublado que me fez lembrar a viagem até Serra Negra, aquela viagem que trago no peito até hoje. A chuva de hoje, caiu em grandes gotas e depois aumentou se tornando um temporal, me recordei minha infância no interior, o cheiro de terra molhada (que nem existia alí no momento) preencheu meu nariz me trazendo saudade.
Saudade da minha avó e sua sombrinha, que parecia maior que eu guarda sol em chuvas como essa, saudade do cheiro de bolinho de chuva quando o tempo estava nublado, do cobertor com pipoca, das conversas, costurar roupinhas de bonecas que sempre ficavam tortas, mas ela jurava que estavam lindas.
Saudade dos dias de Serra Negra, das milhares de roupa de frio que levamos pra 5 dias de sol e calor e do vento no rosto na viagem de volta.
Esses sentimentos de nostalgia tomam conta de mim e é incrível como eu tenho gostado disso.
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Pra te esquecer

- As coisas aconteceram como tinham que ser. - Era isso o que Giovanna me disse desde o momento que saímos daquela casa noturna.
Era por volta de duas da manhã, estávamos alcoolizadas (principalmente porquê, só assim eu conseguiria ficar sem chorar) e caminhando até o ponto de táxi mais próximo. Eu decidi ir ao mercado, queria beber mais e mais, queria morrer de tanto beber e esquecer o que aconteceu.
O que aconteceu? Meu grande amor, oh, grande amor! O cara que eu amo estava aos beijos com outra dentro da casa noturna, no mesmo ambiente que eu.
A verdade é que eu fiz mil e uma coisas por ele, findei um namoro, viajei, mudei de cidade, tudo por ele, e ele fez pouco de mim, nem liga para a minha existência, mas eu o amo. O que fazer?
- Vamos Carolina, acorde desse seu pesadelo - eu dizia a mim mesma - ele nunca foi teu de fato, pra que chorar agora?
- É verdade amiga, bola pra frente!
- O que me mata Giovanna, é que eu estremeci quando o vi, dancei na sua frente, olhei dentro dos seus os olhos e senti o seu desejo, por Deus, eu senti!
- Eu notei que ele não tirava os olhos de ti.
- Então, ele quis me provocar, deveras! Oh, que tolice essa que digo, penso que engano-me, ele se agarrou com aquela vadia (pobre moça, a tenho como vadia, mas deve ter seu valor) eu sou mais bonita que ela!
Sinto meus olhos embaçando, são as lágrimas que eu não posso conter... no chão, me abraço a minha amiga... é o meu fim.
É o nosso fim.
- Me dê, um cigarro e uma bebida, quero esquecer, nem que seja só por hoje!
Era por volta de duas da manhã, estávamos alcoolizadas (principalmente porquê, só assim eu conseguiria ficar sem chorar) e caminhando até o ponto de táxi mais próximo. Eu decidi ir ao mercado, queria beber mais e mais, queria morrer de tanto beber e esquecer o que aconteceu.
O que aconteceu? Meu grande amor, oh, grande amor! O cara que eu amo estava aos beijos com outra dentro da casa noturna, no mesmo ambiente que eu.
A verdade é que eu fiz mil e uma coisas por ele, findei um namoro, viajei, mudei de cidade, tudo por ele, e ele fez pouco de mim, nem liga para a minha existência, mas eu o amo. O que fazer?
- Vamos Carolina, acorde desse seu pesadelo - eu dizia a mim mesma - ele nunca foi teu de fato, pra que chorar agora?
- É verdade amiga, bola pra frente!
- O que me mata Giovanna, é que eu estremeci quando o vi, dancei na sua frente, olhei dentro dos seus os olhos e senti o seu desejo, por Deus, eu senti!
- Eu notei que ele não tirava os olhos de ti.
- Então, ele quis me provocar, deveras! Oh, que tolice essa que digo, penso que engano-me, ele se agarrou com aquela vadia (pobre moça, a tenho como vadia, mas deve ter seu valor) eu sou mais bonita que ela!
Sinto meus olhos embaçando, são as lágrimas que eu não posso conter... no chão, me abraço a minha amiga... é o meu fim.
É o nosso fim.
- Me dê, um cigarro e uma bebida, quero esquecer, nem que seja só por hoje!
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Hoje vi a sua covardia nos seus olhos.
Pois eles fugiam do meu.
Vi a sua covardia nas suas mãos.
Pois elas se negavam em segurar as minhas.
Vi sua covardia nos seus passos.
Pois ele não estava ao lado dos meus.
Vi sua covardia na sua voz.
Pois ao se dirigir a mim, ela diminuía dois tons...
Você foi covarde quando não encarou a distância, foi covarde quando não encarou os obstáculos...
Você gostava de mim, eu sei e que gostar não é o suficiente, eu sei também.
Mas vejo a sua covardia acima de tudo, quando você sufocou a sua vontade, e deixou que minha personalidade sufocasse a sua, deixou que minha auto-suficiência de você sufocasse seus desejos.
Até logo meu caro, a sua covardia não me atrai mais.
Pois eles fugiam do meu.
Vi a sua covardia nas suas mãos.
Pois elas se negavam em segurar as minhas.
Vi sua covardia nos seus passos.
Pois ele não estava ao lado dos meus.
Vi sua covardia na sua voz.
Pois ao se dirigir a mim, ela diminuía dois tons...
Você foi covarde quando não encarou a distância, foi covarde quando não encarou os obstáculos...
Você gostava de mim, eu sei e que gostar não é o suficiente, eu sei também.
Mas vejo a sua covardia acima de tudo, quando você sufocou a sua vontade, e deixou que minha personalidade sufocasse a sua, deixou que minha auto-suficiência de você sufocasse seus desejos.
Até logo meu caro, a sua covardia não me atrai mais.
Tags
amor,
ansiedade,
desistência,
dor,
ego,
infantilidade,
lembrança,
palavras,
tristeza,
você
Assinar:
Postagens (Atom)