Mostrando postagens com marcador paixão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paixão. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

foi assim.

No ano novo, eu o vi... mas ele não me tratou da maneira que eu esperava.
Não que ele tenha me tratado mal, mas ele me tratou com uma indiferença tamanha, o que me fez pensar: 'Porque eu gosto de um cara assim? Ele jamais me tratará mal na vida dele, mas também nunca me tratará bem!
Se para ele eu sou indiferente, não há motivos para que ele não seja pra mim.'
Por isso eu acredito que no fundo no fundo eu nunca gostei dele, acredito que era comodo pra mim tê-lo sempre como porto seguro pra que meu coração sofresse por quem ele estava 'acostumado'.
Na realidade eu me apaixonei por um cara que nunca existiu, eu desenhei nele o cara ideal, quando na realidade ele estava longe de ser esse cara... eu gostava sim de conversar com ele e realmente tínhamos muito em comum, mas isso é tão fácil de se encontrar, que eu me pergunto: será que eu não valorizei DEMAIS coisas que não tinham tanto valor assim afinal?
É assustadora a maneira como eu caí na real e agora vejo que mais uma vez eu mesma me iludi, no fim das contas devo sentir raiva dele ou de mim mesma?
Afinal, ele só serviu de marionete para a minha imaginação. Volto a afirmar que nunca o amei, mas essa paixão foi tão avassaladora que eu temo sentir isso e me ater novamente à idéia de gostar tanto assim de alguém que sequer olha na minha cara.
Pra ser sincera, ter caído na real fez com que eu me fechasse mais ainda, pois me fez perceber que todo esse tempo, a única culpada pelo meu sofrimento era eu mesma. Me alto flagevala, era como se as suas lembranças fossem placas de isopor em meio ao mar aberto, e se eu me soltasse disso, me afogaria (e olha que diversas vezes, eu mergulhei minha cabeça na água) e talvez não conseguisse voltar à tona. Hoje vejo que estava enganada, essas lembranças na realidade eram pedras me levando pro fundo, e eu subi muito rápido pra respirar que fiquei zureta, tonta.
Ainda não me acostumei com o ar...

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

NEOQAV


pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí, pí...

Era esse o único som que se ouvira nas últimas 24 horas.
Uma tragédia! Era só isso que todos diziam...
Willian, pela primeira vez em quase um ano, desce de todo o seu orgulho e pega na mão de Ághata, parecia estar morta, se não fosse pelo fato de estar quente.
Talvez ele estivesse alí, mais por remorso que por amor, mas sabia que se ela partisse, algo partiria junto dela.
Ela fora a única garota que conseguira descobrir algo de bom dentro daquele rapaz de sorriso bonito, mas de hábitos reservados. Ele nunca prezou por lugares lotados e nem por longas conversas, que dirá laços emocionais, mas em relação a Ágatha era diferente, eles eram capazes de ficar por horas falando sobre tudo o que tinham em comum.
Porém, Ágatha e Willian deixaram esse contato de lado, a partir do momento que ela cometeu o terrível erro de se apaixonar pelo garoto frio, inexpressível.
E Ágatha nunca fez questão de esconder, ou esquecer o sentimento que nascia, crescia e tomava conta de si. No fundo ela sabia que ele não queria nada com ela, mas uma esperança nunca deixou que o sentimento morresse, talvez ela soubesse, sentia, que algo aconteceria para reuní-los.
Exatamente após um ano que essa paixão decidiu vir à tona, a pobre garota, que voltava pra casa imaginando o que dizer em mais um texto de 5 páginas que enviaria à ele, se encontra com seu destino, que senão pelo amor, decidiu uní-los pela dor.
Um poste explode depois que alguns garotos decidem brincar com sua lâmpada, no momento em que passava por baixo dele, a desacordando e deixando seu corpo em chamas.
Mais de 50% do corpo, e pior, do rosto foram queimados, e para evitar o sofrimento da garota, os médicos decidiram colocá-la em coma induzido. Ágatha vegetava em busca de alguma salvação.
No momento em que soube da notícia, Elena, mãe de Willian, fez questão de contar ao filho o infortúnio pelo qual a doce menina havia passado.
Willian, depois de muito tempo, sentiu seu chão se abrindo e sem mencionar uma palavra sequer, saiu pela porta da sala, transtornado.
Caminhando pela praia na beira do mar, sentindo o mar resfrescando seus pés, imaginava as queimaduras pelo corpo de Ágatha, a única que o amava. Pensava em suas atitudes infantis, em seus textos, em como seu sorriso bobo era lindo, em como seu gosto musical atrapalhado era refinado ao mesmo tempo, em como era graciosa até mesmo nos momentos em que de desiquilibrava (com um chinelo) e em como seu beijo conseguia ser o melhor de todos. Sentiu a sensação que ela sentiu a vida toda, sentiu o amor.
De fato Willian nunca havia se imaginado sem Àgatha, qualquer evento que poderia chamar sua atenção, Àgatha estaria perguntando se Willian iria, pois seu ingresso já estava comprado e mesmo que de uns tempos pra cá o contato se esfriasse, Ágatha não escondia seu nervosismo ao ver Willian e nem deixava de ser figurinha carimbada nos visitantes recentos dos perfis na internet dele.
Ele decidiu que não a deixaria, e que se por um acaso ela estivesse tentando viver sem ele, não permitiria que ela conseguisse, dessa vez faria valer a pena tudo o que a menina passou.
Partiu ao hospital e dormiu com sua mão na dela. O medo de perder fez com que o amor que ele sempre sentiu despertasse de maneira forte...
Ao lado dela, desacordada, ele cantava músicas que eram deles, contava histórias, dizia que a amava, atualizava seus sites de relacionamento, até fazia piadas. Pra ele, ela respondia só com fato de respirar.
Mas depois de algumas semanas, Ágatha não resistiu.
Willian não chorou. Era tarde demais.
Foi ás cerimônias e, mesmo que estivessem geladas, não soltava as mãos da amada.
Ao chegar em casa, ele se dá conta de que passara quase um mês sem contato com ninguém, pega o celular sem bateria, e, numa tentativa de voltar a vida normal, o coloca para carregar.
Ele toca, era uma mensagem atrasada, mais precisamente, três semanas atrasada que dizia:

"Se ouvir as batidas do meu coração, saiba que é por você e se um dia ele parar de bater, lembre-se um dia ele baeu só por você.
faz um ano que te amo.
NEOQAV. Àgatha."

E, finalmente, ele chorou por ela, mas era tarde.
Obs: NEOQAV: Nunca Esqueça O Quanto Eu Amo Você.

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Pra te esquecer



- As coisas aconteceram como tinham que ser. - Era isso o que Giovanna me disse desde o momento que saímos daquela casa noturna.
Era por volta de duas da manhã, estávamos alcoolizadas (principalmente porquê, só assim eu conseguiria ficar sem chorar) e caminhando até o ponto de táxi mais próximo. Eu decidi ir ao mercado, queria beber mais e mais, queria morrer de tanto beber e esquecer o que aconteceu.
O que aconteceu? Meu grande amor, oh, grande amor! O cara que eu amo estava aos beijos com outra dentro da casa noturna, no mesmo ambiente que eu.
A verdade é que eu fiz mil e uma coisas por ele, findei um namoro, viajei, mudei de cidade, tudo por ele, e ele fez pouco de mim, nem liga para a minha existência, mas eu o amo. O que fazer?
- Vamos Carolina, acorde desse seu pesadelo - eu dizia a mim mesma - ele nunca foi teu de fato, pra que chorar agora?
- É verdade amiga, bola pra frente!
- O que me mata Giovanna, é que eu estremeci quando o vi, dancei na sua frente, olhei dentro dos seus os olhos e senti o seu desejo, por Deus, eu senti!
- Eu notei que ele não tirava os olhos de ti.
- Então, ele quis me provocar, deveras! Oh, que tolice essa que digo, penso que engano-me, ele se agarrou com aquela vadia (pobre moça, a tenho como vadia, mas deve ter seu valor) eu sou mais bonita que ela!
Sinto meus olhos embaçando, são as lágrimas que eu não posso conter... no chão, me abraço a minha amiga... é o meu fim.
É o nosso fim.
- Me dê, um cigarro e uma bebida, quero esquecer, nem que seja só por hoje!


sexta-feira, 23 de julho de 2010

São as pequenas coisas...


... que a gente não esquece.

Um carinho, uma atenção especial, uma palavra, um gesto. Ás vezes é só isso que as pessoas precisam para notarem que são importantes, e muitas vezes é só isso o que falta.
Você já parou pra pensar que pode ser o mundo para alguém?
Talvez não a pessoa que você espera, mas de alguma outra pessoa.
É a lei da vida, você magoa e é magoado, e enquanto você chora por alguém, provavelmente as suas lágrimas não lhe permitam enxergar quem te olha com tanto apresso. Enfim, o que eu quero dizer é que ás vezes o que a gente precisa, é só saber enxergar os sinais.
Um corte de cabelo, uma unha bem feita, uma sobrancelha desenhada, brincos e maquiagem. Trocar de perfume, um detalhe a mais, uma roupa mais colada, ou que disfarce imperfeições, tudo isso pra que seja notada a diferença a presença, tudo isso pra que alguém se importe. Mas, mesmo que muitas vezes nós nos portamos de tal maneira com o intuito de que outra pessoa se importe, como já dizia o poeta, não importa o quanto nós nos importamos, algumas pessoas simplesmente não se importam!
E você pode mudar, mudar e mudar trinta vezes que essa pessoa não notará, e isso te desanima, te puxa para baixo e te deixa na pior, e cabe a você interpretar essa situação.
Eu decidi mudar de perspectiva. Não me fechei e nem decidi desacreditar do amor, mas também não o espero mais como esperava antes, não desenho corações por onde que que eu passe, eu decidi esperar... e a hora que ele decidir acontecer, assim será!
Existem tantas coisas tão importantes quanto o amor para acontecer pra mim, que sou tão nova, eu sei que tem muita coisa boa pra acontecer, e se o segredo não é correr atrás do amor, eu não correrei, quando ele achar que é hora de ele acontecer pra mim, eu não temerei em cuidar das pequenas coisas, por alguém que vai valorizá-las.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

um coração ferido por metro quadrado.


Posso dizer que mascaro a minha dor com sorrisos e piadas, mas às vezes os sentimentos se confrontam dentro de mim, e como em um copo d'água, que com apenas uma gota pode transbordar, eu acabo sendo assim, com apenas uma pequena atitude eu posso explodir.
Acho que apenas se eu entendesse porque isso aconteceu e desde quando eu deixei de ser a garota maravilhosa que eu era, a mais linda e a garota por quem você estava apaixonado... como pode tudo morrer?
Eu sinceramente não acho divertido enganar as pessoas, eu acho que as pessoas deveriam saber amar, assim como sabem mentir. Fingir ser alguém que você não é, alimentar os sonhos de alguém e depois decepcioná-las dessa maneira não é engraçado, é deprimente!
Apenas prova que geralmente ninguém se importa com você, e você precisa descontar isso em alguém. Ou significa que você recebe atenção demais, e acha que brincar com as pessoas é um hobby, descontando assim sua hostilidade em cima dos outros.
Um dia você para pra entender, que tudo isso volta pra você!

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

obsessão.




desisti de desistir de você.

vou lutar contra tudo o que todo mundo diz. Sabe, ouvi dizer que uma paixão dura aproximadamente 2 anos, então em deixem acreditar durante esses dois anos que as coisas podem dar certo.
Deixe meu estômago revirar no dia seguinte enquanto eu penso. quanto tempo vai demorar para eu te ver novamente ?
Mas isso é o que me motiva, me emociona e me impulsiona a te ver novamente, essa vontade, essa sede que fica dentro de mim, esse vício, obsessão. não, não é amor. é paixão, e dura apenas 2 anos!

' Deixar o chão, é poder voar, soltar minha mão, não vai adiantar as luzes e as palmas já são o bastante pra quem quer se enganar!'