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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

AA - Apaixonados Assumidos.

Boa noite, meu nome é Amanda, eu sou frequentadora assídua.
À exatos dois anos atrás, eu dizia que uma paixão durava apenas dois anos, mas acho que a recuperação do meu coração impressionou até mesmo os mais renomados cientistas do amor, uma vez que em menos tempo que isso eu já me via curada daquilo que eu chamava de amor. Não foi um caminho fácil, precisei ir aos extremos, mas finalmente me livrei do peso.
Bebi como nunca havia bebido, saí como nunca havia saído e me diverti muito, podia dizer que havia passado.
Porém, hoje eu entendo quando dizem que "quem ama uma vez, não deixa de amar", na realidade não quer dizer que você se prende a uma pessoa, mas sim que você se prende ao sentimento... Eu sentia falta de amar.
Foi então, que em diferentes personalidades, diferentes vontades, diferentes sonhos, tentei encontrar alguém e fatalmente gastei muito tempo. Tempo que nem eu sei quanto ao certo, mas encontrei, dentre milhões de pessoas encontrei uma... E hoje me seguro a ela com todas as forças.
Nós ainda estamos nos acertando, leva um tempo pras engrenagens girarem ao mesmo tempo, mas vos digo amigos, sou uma apaixonada incurável, e provavelmente vocês também são.
Graças a Deus!

Obrigada pela atenção de todos, desisto de me curar, eu vou é ser feliz!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Relationships

Engraçado como culpamos todos á nossa volta por coisas erradas que acontecem com a gente, tudo isso na busca de sermos o personagem principal de nossa vida, sem notar que diversas vezes fomos o próprio vilão, e o próprio coadjuvante. 
O nosso erro é procurar e esperar as coisas erradas das pessoas. Você entra em um relacionamento e logo já estão na cama, ou seja, um namorado ou ficante fixo (se você tem prevenção ao termo namoro) hoje em dia se tornou um objeto sexual, quando na realidade o mesmo deveria ser um companheiro.
Vocês se vêem a semana toda, e nos finais de semana cada um vai para o seu canto, você fica presa a uma pessoa, mas nos fins de semana sai com a amiga, sabe as posições que ele mais gosta na cama, mas não sabe a sua cor favorita. Vocês não se conhecem, conversam besteiras por horas e nenhum dos dois sabem quais são as aspirações, as vontades, os medos... 
Então, você namora por meses com uma pessoa, e no fim só restam mágoas. Você pode dizer com certeza que sentiu uma forte atração, mas não pode garantir que gostou e assim como o amor, os relacionamentos vão se banalizando. 
Tudo porque você aceita voar de pés no chão, aceita ser amada pela metade, aceita se doar sem se conhecer. O companheirismo, o real motivo de um relacionamento é esquecido, vocês não tem amigos em comum, não fazem coisas juntos, apenas dão uns amassos e acham que isso é um relacionamento.
Você sabe meu sabor de sorvete favorito, sabe a carreira que eu quero seguir, se eu gosto de viajar, minha comida favorita, sabe os filmes que eu gosto? É claro que não! 
É por isso que os relacionamentos de hoje são descartáveis, vocês abandonam seus amigos porque acham que namorar é essa fodelância toda, quando na verdade ele se baseia nas pequenas coisas: um chocolate que você sabe que ele gosta, e você compra, uma flor que ele sabe que você gosta e ele lhe traz, vocês saem junto com seus amigos e depois de se divertirem aí vão ter prazer, mas hoje em dia tá tudo ao contrário, primeiro você se satisfaz e depois procura manter a vida social. O certo não é você perder suas amigas quando começa a namorar, e sim ganhar um amigo, um companheiro.
Acho que por isso as pessoas tem medo do termo "namorado" ou "se prender", mas num relacionamento cabe muito o termo compartilhar, pra que no final não restem mágoas, pra que você não pense que não valeu a pena, que você foi usada como uma boneca inflável, mas sim que você relembre as coisas simples, como um bombom ou uma flor.